Perdi um filho

Pode parecer bobagem para alguns, mas pra mim perder meu cachorro foi como perder um filho.



Existem dores que só o tempo cura; essa é uma delas.

Meu filhote faleceu em 29 de dezembro de 2015. De longe foi o pior dia da minha vida. Eu já tinha passado por muitos estresses e problemas, mas posso dizer que esse último mês foi o mais triste que eu já imaginei viver. Meu coração está despedaçado, rachado, quebrado, desnorteado. O Bob sempre foi tudo pra mim e agora ele se foi, ele não está mais comigo. Não sei mais como seguir em frente.


Depois de 11 dias, adotei o Chewbacca. Sim, nesse período foi a melhor coisa que me aconteceu. Sim, o Chewie me faz muito bem, mas obviamente não é a mesma coisa (nem eu quero que seja, pra ser sincera).
O Chewbacca é o cachorro mais ativo, brincalhão e agarrado comigo que eu já conheci. Onde eu vou, ele vai. Se eu levanto, ele levanta. Se eu fico com a porta do banheiro fechada pra tomar banho, ele late e chora até eu abrir. Se eu saio de casa, ele chora. Quer sempre estar no meu colo, agarrado comigo. Estou amando isso!
Entretanto, ninguém jamais entenderá a falta que sinto do meu filho.
Como eu disse pra um professor meu que perdeu a cadelinha dele: a dor diminui com o tempo. Hoje eu já consigo falar do Bob pensando muito mais nas partes boas que passei com ele do que no quanto ele sofreu, na atitude que tomei. Mas pra superar mesmo, ainda levarei muito tempo; vou contando pra vocês meu progresso. Ahaha.

Um beijo!

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